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O Melhor de Fevereiro de 2011

Posted by César Costa em 05/03/2011

 

imageEste mês a escolha foi ainda mais difícil que no mês passado pois houve muita música digna de estar aqui. Em compensação, e consequência, o resultado foi também muito melhor. Não que à selecção de Janeiro faltasse qualidade, apenas houve um acréscimo desta vez. E isso é sempre bom. Vá, fiquem lá com ela, então:

Part 1

  1. Beady Eye – “Bring The Light”
  2. Bright Eyes – “Triple Spiral”
  3. Five O’Clock Heroes – “Diplomat”
  4. Lykke Li – “I Follow Rivers”
  5. Chase And Status feat. Liam Bailey – “Blind Faith”
  6. Ricky Martin – “Tú Y Yo”
  7. Cut Copy – “Where I’m Going”
  8. Nicole Atkins – “Vultures”
  9. …And You Will Know Us By The Trail Of Dead – “The Fairlight Pendant”
  10. Red – “Feed The Machine”
  11. Red – “Watch You Crawl”
  12. Deicide – “To Hell With God”
  13. Destruction – “Destroyer Or Creator”

Part 2

  1. Radiohead – “Bloom”
  2. Radiohead – “Lotus Flower”
  3. PJ Harvey – “England”
  4. PJ Harvey – “In The Dark Places”
  5. The Go! Team – “Lazy Poltergeist”
  6. The Go! Team – “Voice Yr Choice”
  7. Bright Eyes – “Begginer’s Mind”
  8. Thirteen Senses – “Imagine Life”
  9. Five O’Clock Heroes – “Postcard”
  10. The Go! Team – Apollo Throwdown”
  11. Radiohead – “Separator”
  12. The Boxer Rebellion – “Both Sides Are Even”
  13. Thirteen Senses – “Out There”

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“Day Of Reckoning”, Destruction [2011]

Posted by César Costa em 01/03/2011

imageData de lançamento: 28 de Fevereiro de 2011

Género: Thrash Metal

Duração: 50 min.

Editora: Nuclear Blast

Produção: Destruction

Uma das mais queridas bandas da cena Thrash Metal regressa com um disco bem oldschool para satisfazer os fãs. Brutal e muitíssimo directo, “Day Of Reckoning” dá uma amostra daquilo que a banda alegadamente de créditos firmados é ainda capaz de fazer.

Não há que enganar: é puro e duro Metal e é fácil de perceber por que razão a banda considera este disco um regresso às origens. “Day Of Reckoning” está cheio de momentos e detalhes característicos da cena Metal e é impossível os mais ávidos fãs do género não gostarem disto. A força está aqui, a velocidade também, já que o disco nunca abranda, e o som limpo mas agressivo também não falta à receita.

O disco, tal como 80% da música Metal, usa o clássico tango entre bateria e guitarra, que são basicamente os dois instrumentos que guiam as faixas desde o início até ao fim do álbum. Mas o segredo do sucesso ou não de uma banda está na maneira como gerem essas duas armas e os Destruction fazem-no com uma perna às costas, como veteranos que são. Dá para perceber que são uma banda madura, e embora os fãs não tivessem dúvidas disso, deduzo eu, novos ouvintes da música dos Destruction ficarão com essa ideia.

A inicial “The Price” é um começo em grande para o disco, fazendo prever uma aventura a 1000 à hora. E se pensarem isso no início estarão 100% correctos. O álbum é sempre a abrir, 11 malhas vindas do quinto dos Infernos nos esperam. Se por um lado podemos ignorar as letras que, como já é habitué do Metal mais agressivo, não dizem grande coisa, a música em si, por outro lado, é do melhor. Toda a gente conhece a fórmula e nem por isso ela se gasta. A banda vai atirando uns ritmos bem contagiantes (como se de Dance Rock estivéssemos a falar), conjuga-os com a guitarra, afina tudo e volta e meia cospe um solo de guitarra meio psicadélico. Não há nada progressivo nem prepotente, é simples Metal ‘straightfoward’, o que para aqueles mais sedentos de barulho pode significar momentos de deleite.

Na segunda metade do álbum começam a vir temas mais variados, mas mesmo assim bastante idênticos em som. Variados no ritmo, nas suas variações e pequenos twists… “Church Of Disgust” fica no ouvido e “Destroyer Or Creator” é alguma coisa, mas o disco no seu todo funciona bem. É assim que deve de ser, até mesmo no Metal. Se conseguirem ouvir para lá da aparente repetição entre faixas terão um belo álbum. A nota que recebe poderá ter sido tangente, e foi, mas é daqueles álbum que vos recompensam se se atirarem da cabeça a eles. Façam-no.

  1. "The Price"
  2. "Hate Is My Fuel"
  3. "Armageddonizer"
  4. "Devil’s Advocate"
  5. "Day Of Reckoning"
  6. "Sorcerer Of Black Magic"
  7. "Misfit"
  8. "The Demon Is God"
  9. "Church Of Disgust"
  10. "Destroyer Or Creator"
  11. "Sheep Of The Regime"

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“Hate Division”, Pitch Black [2009]

Posted by César Costa em 03/04/2010

https://i2.wp.com/www.nibera.ru/uploads/posts/2009-04/1238607707_pitchhatecover.jpgData de lançamento: 3 de Abril de 2009

Género: Thrash Metal

Duração: 30 min.

Gravadora: Recital

Produtores: (?)

Esta review é quase um request de uma amiga minha. Metal não é nada o meu género de música preferido, nem nenhum dos seus subgéneros, como Thrash Metal, mas antes de ser apreciador de qualquer género em particular, aprecio música, e aqui estou eu a dizer o que penso de um álbum Thrash Metal.

Curiosamente, faz precisamente hoje um ano que o álbum foi lançado, e devo dizer que obviamente me passou muito ao lado. Mesmo assim não posso dizer que tenha sido por falta de qualidade do disco.

O álbum abre com uma forte declaração, só para o caso de quem ouvir não desatar a matar por aí. Sim, como já é hábito, as letras falam maioritariamente de ódio, vingança, e mortes. Mas neste género musical, o lírico pouco interessa. São as malhas que dão vida a isto…

Os temas mais fortes são “Enemy Siege”, “One Of Them” e o tema de abertura “Unleash The Hate”, mas tudo o resto anda à volta do mesmo. O trabalho usufrui de uma boa regularidade, o que é sempre bom. No entanto, há logo a meio do disco uma sensação de que tudo soa muito igual, e já isso, nunca é bom. Aliás, se há algum defeito a apontar a este “Hate Division” é mesmo o facto de se tornar algo repetitivo. Isso e não haver nenhuma faixa de qualidade por aí além… De resto, está tudo no sítio. Riffs que soam bem, uma boa bateria sempre forte, etc… O pedal duplo é aqui usado inteligentemente, produzindo um som bastante agradável, e tudo isto conjugado forma uma parede de som muito boa.

Por fim, o álbum termina com uma linda interjeição, bem ao estilo português. Que ninguém espere aqui encontrar algo de especial, mas não deixa de ser um bom disco para ouvir, tendo como pontos fortes as faixas já mencionadas, a boa regularidade e a curta duração (“curto mas bom” é o lema). Para os fâs do género é uma meia horinha bem passada.

1. Unleash the Hate (4:04)
2. Hunted (3:30)
3. Change Nothing (4:42)
4. Enemy Siege (3:59)
5. Over The Deadline (3:30)
6. One Of Them (4:25)
7. Thrash Metal Elite! (3:18)
8. And The Killing Ends (3:30)

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