The Warm Coffee

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FIFA 09 (PS2)

Posted by César Costa em 07/06/2009

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Género: Desporto

Editora: EA Canada

Distribuidora: EA Sports

Plataforma: PS2

Data de Lançamento: 3 de Outubro de 2008

E pronto, cá estou eu a analisar mais um jogo de futebol. Sim, é verdade, gosto de futebol, adoro. E sim, é verdade, adoro videojogos… Por isso por que não combinar ambas as coisas?

Vamos ao que interessa. FIFA presenteia os jogadores com uma representação fiel de todo o ambiente em redor de uma partida de futebol, e por isso, é o simulador de futebol que melhor capta a emoção do futebol real.

Pois é claro que vou compará-lo com PES, é inevitável, são os dois maiores candidatos ao título nas consolas, e por isso devem ser postos à prova num mano-a-mano.

Desde já começarei por dizer aquilo que deverá interessar ao leitor: FIFA é melhor que PES. ‘Period’. Por um míriade de razões, que vou enumerar abaixo.

No entanto, quando um jogador quer comprar um jogo para a sua consola, que por acaso seja de futebol, este não deve ter em mente apenas e só qual é o melhor dos dois. 1º: ambos são muito bons. 2º: quer compre FIFA ou PES, o comprador nunca ficará desapontado. 3º: tem muito a ver com aquilo que o jogador quer com o jogo. Passo a explicar: se a pessoa quer um jogo de futebol, no verdadeiro sentido da expressão, para a sua consola, com o melhor que o futebol tem para oferecer, então opta por PES. Fica bem servido. Já se o jogador quiser um jogo que simule de maneira fiel todas as incidências de uma partida de futebol, retratando todos os aspectos do futebol, bons e menos bons, então ele escolhe FIFA. Simples…

Como um todo, e de uma perspectiva técnica, FIFA sempre foi melhor. É um facto. Sempre teve melhores gráficos, uma esmagadoramente maior longevidade, melhor banda sonora, comentários e afins… Apenas a jogabilidade ficava um passinho atrás da de PES. No entanto isso mudou em 08. E em 09 pouco mudou, continuando apenas o legado iniciado em 08.

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Os gráficos, apesar de soberbos, estão practicamente iguais ao ano anterior. O que não é mau. PES aqui apenas ganha ligeiramente nos modelos dos jogadores, pois possuem melhores texturas e estão mais polidos. No entanto, os brilhantes efeitos de luz dão um ar muito mais realista aos modelos de FIFA, e todo o ambiente no estádio está também muito bem representado, com o jogo de luzes/sombras a revelar-se magnífico.

Além disso, os movimentos dos jogadors em FIFA, realistas e flúidos, batem os movimentos demasiado elegantes e espectaculares de PES.

A jogabilidade está mais uma vez a par da de Pro Evo, trocando o cheirinho a arcade da obra da Konami, por uma jogabilidade mais realista, pensada e ritmada. Numa partida de futebol nem sempre o jogo está a ser bem jogado, ou é fluido e interessante. Em FIFA, o jogo só é disfrutável se o soubermos jogar, e cada partida de futebol tem seus altos e baixos, fazendo com que muito mais valor seja dado às boas exibições por nossa parte. Em PES isso não acontece, sendo que o jogo é sempre a um ritmo rápido e bem jogado. Não que seja mau, de todo, mas não corresponde à realidade.

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Digno de nota é a diferença colossal nas habilidades dos guarda-redes. O guardião adversário mostra-se sempre bem entre os postes, proporcionando grandes desafios aos avançados; já o nosso homem da baliza, seja ele qual for, mesmo que seja o Casillas ou o Buffon, revela-se um retardado a defender. 90% dos remates à baliza entram, e frangos monumentais serão constantes. É altamente frustrante estarem a dominar o jogo, a criar oportunidades sem fim, e estarem a perder 2-0 ou 3-0 porque o guarda-redes é um autêntico falhado. É talvez o calcanhar de Aquiles do jogo todo e não se admirem de perder a cabeça se isto começar a acontecer, por vezes este pormenor estraga uma partida inteira.

Uma dica para amenizar este erro do jogo é assumirem o controlo do ‘keeper’ quando virem que o adversário poderá rematar em posição perigosa, carregando em R3 para controlarem o GR, e depois no triângulo na hora de fazer a defesa. A vantagem de fazer isto é que podem sempre colocar-se em posição melhor para defender o remate, visto que o guarda-redes se encontra sempre mal colocado quando controlado pela CPU.

No campo do som, não há discussão: FIFA tem uma banda sonora muito boa, reunindo 42 temas contemporâneos de grande qualidade, fazendo inveja a muitas compilações à venda nas lojas. Poucas canções descartarão da playlist, pois na banda sonora há música para todos os gostos, desde electrónica a ‘indie’. Os comentários apesar de se revelarem algo repetitivos e desajustados em certas situações, melhoraram ligeiramente desde 08, e até cumprem a função. No entanto, prefiro pessoalmente os comentários britânicos.

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As licenças são mais uma imagem de marca da série FIFA, sendo que todos os clubes minimamente interessantes estão lá, salvo algumas excepções.

Em termos de longevidade este jogo practiamente nunca mais acaba. Toneladas de ligas para jogar, respectivas taças, mais de 100 desafios a completar, e o modo treinador, melhor que nunca, onde agora até é possível marcar os treinos da nossa equipa e além disso gerir todos os assuntos relaccionados com o clube. Contem também com uma loja de adeptos, onde é possível desbloquear bolas, equipamentos alternativos para algumas das principais equipas, uma formação de clássicos, outra de estrelas actuais, e estádios adicionais.

Mesmo sem grandes inovações desde o ano passado, FIFA consegue manter a qualidade. Claro que é menos valorizado por não evoluir, mas se repararmos, a PS2 está a dar as últimas, e nem a Konami evoluiu o seu PES nesta plataforma. Já não existe espaços para inovações…

Resumindo, FIFA é para todo o jogador que mais que um jogo de futebol, queira um simulador da modalidade que capte a essência do desporto da melhor maneira, e para ele, FIFA é a escolha acertada. Claro que PES é óptimo, a diferença entre eles é mínima, e até aconselho a fazerem como eu: comprarem ambos. No entanto, a escolher o melhor, esse é FIFA.

Classificação final:4.0

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Hitman 2: Silent Assassin (PC)

Posted by César Costa em 18/04/2009

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Género: Stealth Action

Editora: IO Interactive

Distribuidora: Eidos Interactive

Plataforma: PC

Data de Lançamento: 4 de Outubro de 2002

O agente 47 não é propriamente desconhecido. Quer dizer, partindo do princípio que ninguém sabe o seu verdadeiro nome (se é que tem) ele até pode ter algo de misterioso, mas o homem já é da casa. Um jogo razoável no PC, uma estreia que até nem saiu mal comercialmente, valeu-lhe a segunda oportunidade, desta vez, um lançamento multiplataforma. E diga-se, esta foi a verdadeira afirmação.

Stealth games sempre houve poucos: Metal Gear em finais dos anos 90, Splinter Cell à porta do milénio, e pouco mais. Lá pelo meio sempre esteve o carequinha, que optou sempre por uma abordagem diferente aos alvos. Solid Snake e Fisher sempre se socorreram a gadgets e grandes armas para cumprir os objectivos, mas 47 pode terminar um nível só com uma corda, ou no máximo uma pistolinha. E nada de grandes vestes. Um simples smoking dá para o serviço.

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Silent Assassin é um passo de gigantone em relação a Codename 47, o jogo de estreia. C47 era um jogo demasiado simples, e por isso mesmo não fez o sucesso nem a teve a aclamação crítica que a IO Interactive esperava. Mas com SA, tudo muda.

Neste jogo, 47 tem como missão principal salvar o seu mentor e amigo Padre Vittorio, com os raptores pedindo 500.000 dolares em dois dias. 47 contacta a Agência e em troca dos seus serviços pede ajuda a encontrar o seu amigo.

Graficamente, temos uma grande jogo, Os efeitos de luz estão muito bons, o detalhe dos modelos das personagens é também ele satisfatório, e as paisagens, mesmo não impressionando, estão a bom nível. Um bug ali, uma imperfeição gráfica ali, não mancham a performance.

68540_largeNo que à jogabilidade diz respeito, o jogo oferece uma experiência bastante gratificante: os inimigos mostram uma IA melhorada significativamente, e basta corrermos nos cenários para começarem logo a desconfiar. As armas em maior número são também um motivo para sorrir, e toda a mecânica de jogabilidade não atrapalha em nada a acção. Não há nada melhor que roubar as roupas a um pobre inocente, usá-las como disfarce, e chegar ao alvo sem levantar a minima suspeita…

Em termos de som, temos uma banda sonora a cargo do génio Jesper Kyd, que faz aqui um excelente trabalho, mais um vez. A música, mesmo entrando sempre suavemente, consegue dar uma nova dimensão à acção, e envolve completamente o jogador.

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Quanto à longevidade, este é um jogo para durar, correndo ao longo de cerca de 18 missões, todas possíveis de serem repetidas uma ou duas vezes sem usar o mesmo processo. O factor de repetição é algo a ter em conta.

Resumindo e concluindo, este é um jogo de proporções épicas, seja pelo enredo, pela atmosfera fantástica do jogo, ou pela liberdade oferecida ao jogador no cumprimento dos objectivos ao longo da aventura. Recomendo vivamente a quem gostou do original, de qualquer outro jogo da série, e a quem está familiarizado com jogos stealth em geral.

Classificação final:45

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Sonic Unleashed (PS2/Wii)

Posted by César Costa em 21/12/2008

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Género: Plataformas/Acção

Editora: Sonic Team, Dimps

Distribuidora: SEGA

Plataformas: PS2, Wii, Xbox 360 e PS3

Data de Lançamento: 28 de Novembro de 2008

Sendo um fã de Sonic não poderia deixar escapar este jogo. A expectiva era obviamente grande, até porque foi um jogo muito esperado, mas este é um daqueles jogos dos quais só podemos ter uma correcta ideia após os jogarmos algum tempinho.

Sonic Unleashed começa por descrever o fim de uma história não contada, em que mais uma vez Sonic defronta o arqui-rival Eggman. O cientista consegue apanhar Sonic com uma das suas invenções, desta vez, um canhão alimentado pela força das Chaos Emeralds. Eggamn usa o poder das Esmeraldas para libertar uma criatura chamada Dark Gaia, fazendo o planeta dividir-se em várias partes. Como efeito secundário desta acção, Sonic transforma-se num Werehog (“lobiouriço”), e é enviado para a Terra. O trabalho de Sonic é assim devolver ao planeta a sua forma original juntando os continentes através da força das esmeraldas. A história acaba por se revelar algo decente, facto raro na maioria dos jogos Sonic, sendo que não é de todo um ponto negativo no jogo. Nota também para uma nova e importante personagem introduzida na série com este jogo. “Chip” (nome dado por Sonic) é uma criatura que perde a memória depois de Sonic lhe ter caído em cima, mas que lhe será uma boa ajuda. Esta personagem, cuja identidade é revelada perto do fim do jogo (numa cutscene brilhante), adiciona bons momentos de humor á história.

Este jogo é um “pau de dois bicos”, pode ser duas coisas completamente diferentes. Tudo dependo do jogador. O jogo está como que dividido entre dia (Sonic) e noite (Werehog). Os níveis de Sonic levam o jogador aos tempos de glória do ouriço, fazem sentir a sua velocidade como há muito a Sonic Team não fazia. Os níveis de Werehog demonstram um Sonic mais lento, mergulhando numa jogabilidade mais focada na acção e plataformas. Muitos poderão dizer que o foco inicial de Sonic, no início de vida do ouriço, era mesmo a vertente de plataformas, o que é totalmente verdade. Mas diga-se que esta abordagem feita através do Werehog não é de todo indicada para a série. Ela modifica a jogabilidade por completo, e é de notar que toda a mecânica da jogabilidade nestes níveis é um cópia quase exacta da jogabilidade de God Of War. Sim, aquele jogo de acção! Tudo foi copiado desse jogo o que tira alguma credibilidade à Sonic Team.

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O importante para se disfrutar este jogo é esquecer os níveis nocturnos. É claro que a qualidade geral do jogo não se altera, mas a experiência é muito melhor para o jogador se este pura e simplesmente ignorar as fases do lobiouriço. Não que elas sejam más… Confesso que após jogar com Sonic, encarei as fases do Werehog com alguma (embora tímida) satisfação. Alguns erros que tinha notado na jogabilidade de Sonic não estavam na de Werehog, e no global, a jogabilidade funciona melhor. Os níveis até são divertidos a curto prazo, mas por causa da repetição constante, do número esmagadoramente maior de níveis de Werehog comparando com os de Sonic, e pelo facto de simplesmente não ser o que se espera de um jogo Sonic, o jogador vê-se numa posição em que o que apetece fazer é mesmo pousar o comando. Por exemplo: após um tutorial com Sonic (que aparece apenas da primeira vez que jogamos), fazemos dois níveis e defrontamos um boss, fim. Depois vem Werehog, fazemos 5 a 7 níveis seguidos com ele, defrontamos um boss e voltamos a Sonic (para voltar a fazer apenas 2 níveis e depois voltar a Werehog…). Esta má distribuição de tempo de antena consegue enervar qualquer um! Lembro-me de estar a jogar com Werehog e a pensar como seria bom estar na pele do bom “velho” Sonic! O pior é mesmo no início, em que se passa quase 10 níveis seguidos com Werehog, até que finalmente vem Sonic e salva o dia, devolvendo um sorriso à nossa cara.

Sendo justo, e esquecendo por um momento que se trata de um jogo Sonic, é possível afirmar que jogar com Werehog não é mau. Mas por qualquer razão, é um tremendo aborrecimento.

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No entanto, o que me faz gostar tanto deste jogo (sim, eu gosto do jogo em si) são os níveis de Sonic. Nunca ele correu tão rápido, neste jogo chega a atingir velocidades absurdamente altas!! A diversão é constante nestes momentos, e o melhor é que a Sonic Team (com a ajuda da Dimps, que tratou dos níveis diurnos do jogo) conseguiu agradar a gregos e troianos, introduzindo perspectivas 2D e 3D no jogo, trocando entre uma e outra com alguma frequência. Mais concretamente falando, os níveis foram desenhados para que ambas perspectivas fossem conjugáveis, e é aqui que o trabalho desenvolvido pelas productoras se revela soberbo. Os níveis foram divididos em várias secções, entre 3 a 4 por nível, entre as quais existe sempre uma que é jogada integralmente em 2D. É uma viagem ao passado que agradará a muitos fãs que reclamavam que Sonic funcionava apenas em 2D.

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Jogar com Sonic é novamente uma experiência sem igual, cheia de energia e velocidade, como há muito nao era. O único ponto negativo é que o próprio jogo obriga a que estejamos constantemente a correr, e a uma velocidade estupidamente alta, e em alguns locais é mesmo impossível inverter o sentido ou parar. Sim, por vezes daria jeito uma paragem, quer para explorar o cenário, quer para voltar atrás e apanhar aquele item que passámos, ou aquele atalho que tantos segundos poupa. A liberdade foi quase retirada por completo do jogo, algo que me fez torcer o nariz a princípio. Mas cada nível tem vários atalhos e percursos para percorrer, e garanto que só depois de jogar os níveis bastantes vezes os vão conhecer bem. Existe sempre algo que escapa, e é aí que reside também o factor de repetição do jogo, que diga-se, é bem forte. Resumindo, Sonic Unleashed faz Sonic voltar em força, trazendo de volta toda a diversão que o ouriço proporcionou há anos atrás, e mesmo com alguns erros de jogabilidade, consegue fazer dos níveis diurnos experiências quase perfeitas.

O jogo em si seria sublime se todo este brilho de Sonic (The Hedgehog) não fosse quase apagado por um tal de… Sonic (The Werehog). Não cabe na cabeça de ninguém como a SEGA se foi lembrar de uma junção entre um lobisomem e um ouriço, estragando um jogo desta maneira! Werehog quase foi a sentença de morte de Sonic Unleashed!! “Quase”. É apenas um “quase” pois o jogador pode ignorar os níveis de Werehog e simplesmente disfrutar dos níveis do verdadeiro Sonic. Apenas tem de gramar as secções em que joga com o lobiouriço, e levar com ele até ao fim da história.

E o que vem a seguir à história? Isso cabe ao jogador. Em cada continente existem templos que além de servirem para restaurar o poder das esmeraldas, podem ser explorados. Lá podem ser encontrados itens como novas missões, vidas extra, e vários outros desbloqueáveis. Para isso basta ir coleccionando as medalhas de Sol e Lua que ganhamos nos níveis de Sonic e de Werehog, para abrir as portas que levam aos sítios onde se escondem os tais itens. Diga-se que as missões extra para Sonic incluem níveis prolongados, novos objectivos a cumprir, e ainda versões diferentes dos níveis que jogámos ao longo da história. Já as missões extra para Werehog não se recomendam a ninguém, tendo em conta que jogar na pele do lobiouriço já é aborrecimento que chegue. Ainda assim, de referir que estão nos mesmos moldes das missões de Sonic.

Em termos técnicos Sonic Unleashed é algo misto. A jogabilidade é boa, mas retira toda a liberdade oferecida pela série em tempos passados. Mas em compensação, SU devolve ao jogador o bom velho Sonic, mas ainda mais rápido, divertido, e com novas habilidades. Existem ainda alguns erros que podem ser um pouco irritantes durante o jogo, mas nada que chegue aos bugs estúpidos do jogo de 2006, Sonic The Hedgehog (Ps3, Xbox 360).

sonicEm termos gráficos, temos novidades. O motor de jogo foi completamente remodelado, e com ele, o motor gráfico. O grafismo apresenta-se muito bom, quer na versão Wii, quer na versão para a já “experiente” PS2 (a versão que adquiri). Algumas áreas ainda parecem um pouco poligonais, mas há que ter em conta que tudo foi feito para passar a uns 300 Km/h pelo ecrã, e graças ao grande trabalho das produtoras, não há sinal de slowdowns nem descidas da framerate.

A banda sonora foi feita pela SEGA, e penso que não há mais nada a dizer sobre isso. Mais uma boa banda sonora, cheia de músicas alegres a acompanhar Sonic, e mesmo nas malditas fases de Werehog a SEGA consegue introduzir boas sonoridades.

Quanto à longevidade, o jogo é bem mais curto que por exemplo Sonic Heroes ou Sonic Adventure 2, mas o factor de repetição é maior. Muito para desbloquear, um prazer inesgotável em repetir níveis vezes e vezes sem conta, e uma sensação de nostalgia sem igual fazem com que este jogo seja, no final de contas, obrigatorio para os fãs.

Classificação final:


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