The Warm Coffee

O derradeiro guia de música e videojogos

Posts Tagged ‘Heavy Rain’

Heavy Rain (PS3)

Posted by César Costa em 02/05/2010

http://2.bp.blogspot.com/_kfltsB_KSlI/TC2Y0RVh9gI/AAAAAAAAAG8/4Bmy7Yb6zEA/s1600/HEAVY+RAIN+(R3).jpgGénero: Drama interactivo

Editora: Quantic Dream

Distribuidora: Sony Computer Entertainment

Plataforma: PS3

Data de Lançamento: 24 de Fevereiro de 2010

Quem jogou Fahrenheit sabe o que esperar da Quantic Dream. Nada mais que um filme interactivo. Nada aqui se encaixa nos padrões habituais de um videojogo. Tudo é centrado na narrativa, e por isso esse deve ser um ponto chave no jogo. Heavy Rain cumpre esse requisito na perfeição, mas será esse suficiente para considerá-lo um bom jogo?

O jogo conta a história de um pai em busca do seu filho desaparecido, cujo irmão morreu 2 anos antes dos eventos do jogo, e cuja culpa da sua morte é desde logo atribuída ao pai, Ethan Mars. Shaun, o filho, é raptado pelo Assassino do Origami, um homicida que rapta crianças do sexo masculino, mata-as, e coloca-lhes uma orquídea no peito e uma figura de Origami na mão. Um ritual macabro à partida impossível de perceber…

O enredo começa a partir de aqui: controlamos 4 personagens, que de início nada têm a ver, mas que de uma maneira ou de outra se acabam por cruzar no decorrer da história, inevitavelmente. Controlamos o pai, Ethan Mars, Madison Paige, uma jornalista que sofre de insónias crónicas e só consegue dormir em hotéis; Norman Jayden, um agente do FBI chamado para tratar do caso; e Scott Shelby, um detective privado que anda a investigar o caso do Assassino do Origami. A complexidade do enredo é a chave para o sucesso do jogo. É sem dúvida um enredo extremamente rico, embora que se analisado ao pormenor assemelha-se a uma apanhado de ideias de grandes filmes como Se7en e SAW. Aliás, pode-se dizer que o enredo do jogo é uma mistura desses 2 filmes, e sabendo da qualidade de ambos, só pode sair coisa boa. A história demora a arrancar, mas cedo se percebe que estamos perante algo grandioso. Épico…

A multiplicidade de escolhas é aqui fundamental. Aliás, é esse o objectivo do jogo: proporcionar a cada jogador uma experiência diferente da dos outros, e isso é fantástico. Existem “vários filmes” aqui, uns melhores que os outros, mas há, como é evidente, uma história base. As personagens podem morrer em diversos pontos do jogo, o que pode alterar o desfecho da história, ou o desenrolar dela num determinado momento. Isto é, aqui não há Game Over. Se morrer uma personagem existirão as devidas consequências, pois a vida continua. E este jogo não é mais que um retrato da vida real, um retrato das relações afectivas entre as pessoas, um retrato daquilo que a vida representa… Um retrato daquilo que a vida oferece. E um jogo que mostra que a vida não é justa nem tem de ser. Mostra que pessoas normais podem acabar em circunstâncias invulgares de uma hora para a outra, mudando por completo as suas vidas. E mostra sobretudo (e este é o lema do jogo) é preciso mostrar o nosso amor por aqueles que efectivamente amamos. Até que ponto amamos alguém? Até onde seríamos capazes de ir para salvar alguém que amamos? São estas as questões que vão ecoar na cabeça do jogador na segunda metade do jogo…https://i1.wp.com/media.crispygamer.com/screenshot/Title748/screenshot9-640x.jpg

Porque o jogo faz isto. O jogo faz com que nos preocupemos com as personagens, faz com que sintamos que as estamos a controlar, e que pensamos como elas, e que agimos como elas e que as fazemos agir como nós agiríamos. Esse é o truque de Heavy Rain. Há toda uma parte emocional que é fulcral na química do jogo. Heavy Rain espanta, arrepia, emociona, e faz-nos pensar. Faz-nos pensar naquilo que realmente importa na vida. Esta faceta de HR é o que dá suporte ao jogo, e é a razão porque HR é único.

A vida só se vive uma vez. E aliás deve ser por isso que em Heavy Rain tudo pode dar para o torto e o jogo continua. Será que no fim o pequeno Shaun é salvo? Será que Ethan se consegue libertar do passado? Será que ele consegue… provar que não é o Assassino do Origami? Ou será que ele é o Assassino do Origami? Sim há razões para não só a polícia como o próprio jogador pensarem que Ethan Mars é o Assassino do Origami. Tudo isto se desenrola naturalmente, mesmo com a complexidade do enredo. Mas é essa mesma complexidade que gera múltiplos desfechos e caminhos diferentes, o que significa que podemos jogar o jogo várias vezes sem repetir nada. ou não.

David Cage, o criador de Heavy Rain diz que gostaria que os jogadores apenas jogassem HR uma vez, porque a vida é assim, é só uma. A história que cada um joga é a sua história. Isto faz parte da jogabilidade, e o que dá vida a ela. Heavy Rain é isto…

Claro que na jogabilidade nem tudo é bom. Aliás, se há erros a apontar é na jogabilidade. Os controlos são um bocadinho perros em certas ocasiões, e o sistema de andar em R2 é esquisito. E além disso, poderia ter sido implementada mais acção nos movimentos, ou melhor, mais interacção. Por muito que custe a admitir, o jogo resume-se a Quick Time Events e a séries de botões que temos de premir para desencadear certas acções. Claro que esse movimentos são sempre que possível imitados pela configuração dos botões a premir, o que fica bem melhor do que escolher botões ao acaso. Graficamente, o jogo deslumbra. Os modelos das personagens foram feitos através de actores reais, e estão foto-realistas. As animações são perfeitas, e tudo parece natural, apesar de alguns ‘breaks’ ocasionais. Os cenários são detalhados, e não há sinais de slowdowns. E bom… a chuva, que nunca para de cair, está também muito bem feita.

https://i1.wp.com/planetagamer.com.br/wp-content/uploads/2010/03/heavy_rain_4_384885a.jpgSão no entanto de notar algumas inconsistências e… coisas estúpidas no enredo. No início, Jason morre quando se vê que é Ethan quem leva com a pancada do carro; que eu saiba é impossível falar enquanto se morre afogado! (falando da cena dos irmãos); Scott Shelby não tinha motivo nenhum para investigar Kramer; a cena em que Manfred morre também é muito mal feita porque… não faz sentido nenhum, aquilo que se vê no fim não aconteceu… (esta cena deveria ter sido de outra forma, como por o jogador a controlar Lauren, por exemplo…) Estes e outros exemplos tiram algum brilho ao enredo, embroa que nada de muito grave…

Sonoramente, o jogo é bastante bom. A banda sonora capta toda a carga melancólica da história, e claro, é muito bem dobrado em português. É sem dúvida a melhor localização portuguesa num videojogo, com actores como Marco Delgado (Ethan), Cláudia Vieira (Madison), Pepê Rapazote (Tenente Blake), entre outros grandes nomes portugueses. Poderia estar ligeiramente melhor, mas já está muito boa, francamente melhor que o que se tem feito até agora…Outros pontos fracos são a longevidade e a facilidade dos troféus. O jogo dura pouco, é possível acabá-lo a 100% numa semana… claro que vai valer a pena, mas seria bom incluir mais desafios ou fazer prolongar o enredo…

No final, Heavy Rain é altamente recomendável. É uma aposta ganha, que prima pelo enredo épico e pelo conceito. A história cativa, dá que pensar, e na hora de revelar o Assassino do Origami, apesar de o fazer de uma forma muito estranha, proporciona uma surpresa só comparável e só superada pelo final do primeiro SAW. É uma experiência única nos videojogos que deve ser desfrutada por todos, quer sejam apreciadores de cinema ou de videojogos. Espectacular…

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Update: 18 de Abril de 2010

Posted by César Costa em 18/04/2010

O regresso às aulas significa menos tempo para jogar, ouvir música e qualquer outra coisa que seja sinónimo de lazer…

Por isso, apenas posso dizer que estive entretido com Heavy Rain. Só me faltam 4 troféus, e uns 7 finais… Vou bem encaminhado, e quando terminar faço uma análise profunda…https://i2.wp.com/static.blogo.it/fliperamablog/heavyrain2.jpg

Tenho também dado uns toques no PES 6,  para reviver os velhos tempos… É melhor do que parece…

Na música, tenho apenas ouvido o que oiço na radio… Não foi uma semana muito cheia em termos de novas ouvidelas nem nada do género. Falta de tempo.

Nos últimos dias tenho seguido o GameOverthinker, que para quem não sabe é um blogger como eu, que tem como paixões videojogos e filmes. Alguns dos seus vídeos trazem questões que dão muito que falar actualmente, tudo com o seu jeito peculiar de discutir os assuntos… Aconselho a darem uma vista de olhos: gameoverthinker.blogspot.com

https://i0.wp.com/3.bp.blogspot.com/_pz3FrDMKgLg/S1xdag3e-PI/AAAAAAAAGz0/h01-_OYtR_U/s400/img_2957_101scorpions.JPGEntão pois é, os Scorpions vão acabar… Não vou sentir falta, pois confesso, não sou o maior fã da banda, mas é uma perda para a música, porque até têm um bom trabalho… Umas das poucas bandas alemãs com relevo internacional a passar à história é triste, mas há que seguir em frente. Os senhores não podem fazer música até morrerem, não é?

Espero impacientemente pelo próximo trabalho dos Suede. Desde que anunciaram o seu regresso, a minha estante já começou a apertar-se e a guardar lugar para o próximo álbum deles. Espero que venha e rápido.

Pelo que também espero é pelo resto do DLC de Heavy Rain, e pelo Sonic 4, claro. Jogar Sonic ao estilo Mega Drive na ps3 é o sonho, e espero mesmo que a SEGA não desiluda…

Ficam aqui as minhas confissões, por agora.

Até mais.

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Leipzig Games Convention

Posted by César Costa em 28/09/2008

Fim de Agosto é sinal de fim de férias para muitos. No entanto, o fim de Agosto é para alguns a altura do ano em que mais trabalham. Falo dos jornalistas de videojogos e de todos aqueles que contribuem para a realização daquela que é agora a mais prestigiada feira de videojogos (depois da decadência da E3), que se realiza na ultima semana de Agosto, desde 2002.

Como fã de videojogos, certos títulos chamaram mais a minha atenção que outros e por isso mesmo resolvi fazer este especial sobre a GC, abordando aqueles que na minha opinião foram os jogos mais relevantes do evento.

KILLZONE 2

Na sequência de um jogo que a crítica e alguns ‘papagaios’ classificaram como uma desilusão (apesar de na minha opinião ser um jogo fantástico…), a Guerrilla inicia prontamente o desenvolvimento da sua sequela, KIllzone 2. Depois de sucessivos atrasos na produção, e algum tempo sem dar notícias, a Guerrilla apresenta a sua criação ao público na Games Convention, disposta a corrigir os “erros” do passado.

O foco da produtora foi todo dado à componente online do jogo, baseada num sistema de missões. Os tipos de missões não fogem muito ao que presenciámos no viciante modo multiplayer de Killzone, indo desde o habitual Deathmatch até a um Search & Retrieve. Com uma abordagem centrada no trabalho em equipa e com a possiblidade de escolhermos características de outras classes que não a escolhida por nós, o modo online figura-se como um dos grandes atractivos de Killzone 2. A Guerrilla já confirmou a inclusão de bots nas sessões multiplayer quer online, quer offline.

Para já, e pelo que posso ver pelas dezenas de imagens que vi na Internet e revistas da especialidade, posso dizer que o grafismo de qualidade parece estar assegurado, algo confirmado pela crítica, que foi quem lá esteve na apresentação. É esperar para ver o resultado, depois de um primeiro tiro que parece ter defraudado muita gente, não por não ser bom, pois é claramente um dos melhores FPS de sempre, mas porque para ele foram criadas expectativas excessivamente altas.

MIRROR’S EDGE

Este é talvez um dos jogos mais inovadores dos últimos tempos. Dá pelo nome de Mirror’s Edge, produzido pela EA Digital Illusions CE, e é caracterizado pela sua mistura de géneros. O jogo é predominantemente de aventura, jogado na primeira pessoa com alguns elementos de acção.

Controlamos Faith, uma jovem crescida nas ruas de uma cidade controlada por um regime de totalitarismo, onde os únicos meios de comunicação independentes ao governo são mensageiros como ela, que correm pela cidade fazendo circular informação. O objectivo imediato de Faith é libertar a irmã, presa pelo governo opressivo, o mesmo que matou os seus pais. Quando Faith consegue salvar a sua irmã, distribuindo mensagens no submundo do crime, vê-se perseguida por agentes do governo, presumivelmente grande parte dos inimigos que teremos de enfrentar ao longo da aventura. Segundo a produtora o envolvimento do jogador com os movimentos de Faith será quase total, tendo este de recorrer a combinações de botões para executar certas acções. A jogabilidade permitirá também controlar quase todas as partes do corpo de Faith, e para conseguir uma experiência de jogo mais fluida será necessário ter em atenção o timing em que pressionamos os botões, e a velocidade e posição de Faith relativamente ao cenário. Ao contrário de outros jogos na primeira pessoa, em Mirror’s Edge será possível ver tanto as pernas como braços e tronco de Faith.

Os gráficos estão muito bons, embora a diversidade de cores seja muito limitada conforme o nível. A cidade que vemos nas imagens, por exemplo, recorre a azuis, uma escala de cinzentos, tons alaranjados, e para facilitar a vida ao jogador, os caminho por onde Faith deve seguir são coloridos a vermelho no próprio cenário, em tempo real.

Uma aposta forte da EA que promete dar bom resultado.

007: Quantum Of Solace

Já com Daniel Craig no papel do agente secreto mais famoso do mundo, emprestando voz e aparência ao título, este jogo inspirado em Casino Royale e obviamente no novo filme Quantum Of Solace, a estrear pouco depois do lançamento do jogo, abraça assim a nova geração de consolas, não esquecendo a PS2 e a DS. O jogo usa uma mecânica semelhante a Rainbow Six Vegas, usando uma perspectiva nomal de um FPS e mudando a câmara para a terceira pessoa nas sequências de tiro, enquando Bond se cobre.

Não é uma revolução nos FPS, mas pelo que foi mostrado, parece ser um jogo a considerar pelos fãs do agente secreto.

SONIC UNLEASHED

As expectativas são elevadíssimas, e a pressão carregada pela SEGA é imensa. Depois de várias desilusões nos últimos anos, e de alguns spin-offs menos conseguidos, a SEGA promete este ano voltar a carga com a sua mascote, Sonic, e promete também fazer regressar a magia do 2D, conjugada com o 3D que tanta gente gosta e detesta.

Com Unleashed a SEGA mistura uma engine 3D muito semelhante à vista em Sonic & The Secret Rings (um jogo de qualidade no meio de tantos ‘fracassos’ nos últimos tempos) com o clássico 2D, usando somente mudanças de ângulos de câmara para o efeito. A SEGA já fez saber que, apesar de à primeira vista estas mudanças de 2D para 3D e vice-versa parecerem um pouco bruscas, não irão interferir de forma negativa na jogabilidade, servindo para enriquecer a experiência de jogo, responder a pedidos de alguns fãs, e retirar monotonia ao jogo.

A velocidade desenfreada (por vezes até demais!) está garantida, o grafismo colorido também, e a inclusão de Werehog, uma metamorfose de Sonic para os níveis nocturnos e com uma vertente mais virada para plataformas e acção, pode ser uma mais-valia para este regresso do ouriço azul mais famoso da história, que para já promete muito!

HEAVY RAIN

Este é sem dúvida o título mais surpreendente e interessante da GC. Tudo começou na E3 de 2006, quando sem se saber muito bem porquê, uma demo tecnológica foi mostrada ao público. Ela consistia num vídeo (a imagem acima é um screenshot desse mesmo vídeo) mostrando uma jovem concorrendo a um casting (“The Casting” era o nome do vídeo) para um suposto filme, encenando assim um excerto emocionnte desse “filme”. O vídeo agradou, e ali ficou. Agora vem-se a saber que tudo não passava de um teste de um jogo que em si nada tem a ver com aquilo presenciado no vídeo (a nao ser a autoria). Apenas serviu como uma amostra do motor gráfico que vai ser agora utilizado pelos produtores do jogo, os mesmo do aclamado Fahrenheit, em Heavy Rain, um jogo de aventura que promete muita envolvência entre o jogador, a personagem, uma jovem que nada tem a ver com a do vídeo, e o próprio enredo. Segundo a Quantic Dream o jogador terá de usar os analógicos da PS3 (a única plataforma abrangida pelo jogo) para controlar os membros superiores da protagonista, e também recorrer a Quick Time events para prosseguir na trama.

A exploração será um dos pontos fortes da jogabilidade, onde o jogador terá de se valer por si, e tomar algumas decisões, decisões essas que influenciarão ou não o desenrolar e o desfecho da história. A produtora revela também que o estado físico da personagem se manterá mais ou menos constante até ao final da trama, isto é, se nos cortarmos ou ‘ganharmos’ uma nódoa negra, os ferimentos ali ficarão por um bom tempo. Realista. A Quantic Dream adiantou também que será possível jogar o jogo várias vezes sem repetir a história, devido à quantidade de decisões e possibilidade de acontecimentos que podem alterar o rumo do enredo, aumentando drasticamente a longevidade.

De momento pouco se sabe sobre este exclusivo da consola da Sony, que poderá muito bem ser um tremendo sucesso como um fracasso completo, dependendo da forma como a produtora desenvolver o jogo e também da forma como gerir a pressão que já recai sobre ela. Para já mantém-se as boas impressões.

GUITAR HERO: WORLD TOUR

É este um dos novos acessórios de Guitar Hero, introduzido pela sequela World Tour. Uma batéria que promete dar muitas horas de diversão quando utilizada conjuntamente com a tradicional guitarra e o também novo microfone. Isto significa que para além de termos de usar as unhas, teremos de puxar pela voz e pelos braços neste novo GH. Agora sim formaremos a derradeira banda.

Uma outra novidade, que promete revolucionar a série, é o Music Creator que permite editar as nossas próprias faixas e compartilha-las com outros usuários online.

Apesar de não ser nada de novo, esta série parece estar a ir mais além, e já há muito boa gente entusiasmada com o jogo.

Outros títulos a considerar, presentes na GC:

– Street Fighter IV -> o grafismo 3D com elementos cartoon pode vir a agradar os fãs.

– Left 4 Dead -> um FPS exclusivo da 360, que mistura acção desenfreada e massissa com zombies em números de proporções épicas. Muita intensidade nos combates está prevista…

– Saint’s Row 2 -> o melhor ‘clone de GTA’ até à data promete regressar em forma, e com uma convidada especial, Tera Patrick, conhecida estrela de um certo ramo cinematográfico… 😛

– LittleBigPlanet -> o jogo mais curioso dos últimos tempos revela finalmente a data de lançamento.

– Mad World -> uma aventura dos produtores de Okami, com um grafismo ispirado nos filmes ‘noir’.

– Operation Flashpoint 2: Dragon Rising -> um FPS inspirado em cenários de guerra com uma vertente táctica e IA apuradas, e feito por uma produtora determinada a confirmar as boas impressões deixadas pelo primeiro título.

– WWE: Smackdown! vs. RAW 2009 -> mais um enjoativo título de wrestling para por os miúdos a andar à porrada na escola. Ainda assim pode ser uma agradável surpresa para os fãs da modalidade (que já não são muitos…) pois a produtora está decidida a dar à perna. Afinal de contas, a concorrência da TNA já chegou…

– Need For Speed: Undercover -> mais uma franchise que já está mais que gasta. Só para fãs dedicados.

Saudações, gamers,

sonicadv27

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