The Warm Coffee

O derradeiro guia de música e videojogos

Posts Tagged ‘dance’

Melhor de Junho de 2011

Posted by César Costa em 09/07/2011

image

 

As 13 melhores músicas do mês. ‘Simple as that…’

  1. Patrick Wolf – “House”
  2. Owl City – “Angels”
  3. Battles feat. Matias Aguayo – “Ice Cream”
  4. Arctic Monkeys – “The Hellcat Spangled Shalalala”
  5. Beyoncé – “Love On Top”
  6. Battles – “Futura”
  7. Owl City – “The Yacht Club”
  8. Martin Solveig feat. Dragonette – “Can’t Stop”
  9. Owl City – “Galaxies”
  10. Arctic Monkeys – “That’s Where You’re Wrong”
  11. Patrick Wolf – “Time Of My Life”
  12. Bon Iver – “Lisbon, OH”
  13. Bon Iver – “Perth”

Download

Posted in Reviews Música | Com as etiquetas : , , , , , , , , , , | Leave a Comment »

“Smash”, Martin Solveig [2011]

Posted by César Costa em 07/07/2011

Data de lançamento: 6 de Junho de 2011

Género: House, Dance

Duração: 38 min.

Editora: Mercury

Produção: Martin Solveig, Michael Tordjman, Julien Jabre

 

Este tem sido o homem que mais qualidade tem trazido à cena House. O pobre estilo musical lá tem sido abençoado com os rasgos de criatividade deste senhor, que mesmo não sendo um artista por aí além tem sido uma das poucas salvações do género, sem ninguém dar por isso, que é o mais triste. Enquanto variadíssimos artistas reles invadem o cenário das pistas de dança Martin Solveig vem lançando singles que se destacam das demais tentativas de fazer o povo abanar o capacete. Desde “One 2.3 Four” que soube que este seria o artista House a seguir… Com “Smash”, Martin não desilude.

Não se pode esperar de disco House o que se espera de um álbum Rock, aqui não existe a mesma continuidade, temos nada mais que um pack de temas prontos para as pistas de dança, que se calharem de ser azeiteiras o suficiente irão parar as discotecas de hoje em dia. No entanto, se calharem de ter alguma qualidade estarão destinadas à aparelhagem ou ao auto-rádio. Mas mesmo com o estado da música Pop e com os gostos distorcidos do público mainstream, Martin Solveig já conseguiu um par de hits, e com “Smash”, mais umas quantas músicas a ter em conta.

Para começar temos aqui um par de pérolas: “Can’t Stop” é mais uma investida pela pouca música Dance de qualidade com aquela batida a que ninguém resiste e “Boys & Girls” é uma faixa com o cunho característico de Solveig, lembrando bem o seu disco “Hedonist” pelas boas razões. Mas não nos ficamos por aqui, “Ready 2 Go” consegue ser melhor do que a princípio pode parecer, “Racer 21” é um tema mais electro que fica bem ali no meio, “We Came To Smash” usa bem a voz feminina de DEV e o ritmo de “Get Away From You” é chamativo.

Estes são os melhores motivos para provar “Smash”, que se revelou ser um álbum regular e, acima de tudo, divertido. A par de “On A Mission” de Katy B, “Smash” é o melhor álbum para dançar lançado até agora em 2011. Não esperem nada do outro mundo, mas no meio de tanto lixo musical neste género o novo álbum de Martin Solveig é mesmo aquilo que o povo precisa para se mexer ao som de boa música…

  1. "Hello" (with Dragonette)
  2. "Ready 2 Go" (featuring Kele)
  3. "The Night Out"
  4. "Can’t Stop" (with Dragonette)
  5. "Racer 21"
  6. "We Came to Smash (In a Black Tuxedo)" (featuring Dev)
  7. "Big in Japan" (with Dragonette feat Idoling!!!)
  8. "Get Away from You"
  9. "Boys & Girls" (featuring Dragonette)
  10. "Let’s Not Play Games" (featuring Sunday Girl)

Download (mirror de iman24scene.com)

image

Posted in Reviews Música | Com as etiquetas : , , , , , , , , , | Leave a Comment »

“Zonoscope”, Cut Copy [2011]

Posted by César Costa em 13/02/2011

image Data de lançamento: 8 de Fevereiro de 2011

Género: Electropop, Electronica, Dance

Duração: 62 min.

Editora: Modular

Produção: Cut Copy

Depois de um badalado segundo álbum, “In Ghost Colours”, os Cut Copy deixaram a fasquia elevadíssima e o risco de não conseguirem manter o grau de qualidade era muito grande. Infelizmente para o duo de electrónico este “Zonoscope” é apenas um álbum mediano com nada mais que um par de momentos bons e mais uns quantos amenos.

O início do álbum mostra o que estes dois rapazes sabem fazer melhor, ou seja, músicas Electropop com elementos de Dance bem à feição de serem incluídas num qualquer FIFA. Porém, na segunda metade do álbum a música já vai sem fulgor, não porque seja mais lenta mas porque a qualidade não é a mesma que nas primeiras músicas e para além disso os Cut Copy têm o tique de prolongarem as suas ideias por demasiado tempo em certas alturas deixando quem ouve, obviamente, entediado. “Zonoscope” vai ser um álbum que certamente passará por vocês sem deixar muita marca embora, claro, tenha os seus momentos agradáveis. Só se forem fãs da banda…

  1. "Need You Now"
  2. "Take Me Over"
  3. "Where I’m Going"
  4. "Pharaohs & Pyramids"
  5. "Blink and You’ll Miss a Revolution"
  6. "Strange Nostalgia for The Future"
  7. "This is All We’ve Got"
  8. "Alisa"
  9. "Hanging Onto Every Heartbeat"
  10. "Corner of the Sky"
  11. "Sun God" 

Download

image

Posted in Reviews Música | Com as etiquetas : , , , , , , | Leave a Comment »

“Musica + Alma + Sexo”, Ricky Martin [2011]

Posted by César Costa em 06/02/2011

image Data de lançamento: 31 de Janeiro de 2011

Género: Pop, Dance

Duração: 54 min.

Editora: Columbia

Produção: Desmond Child

Que bela surpresa este novo lançamento de Ricky Martin. “Musica + Alma + Sexo” é um disco Pop bem regular com temas de boa qualidade. O som de Martin não é nada inovador, e o mais certo é isto tudo vos soar bem familiar. No entanto, este disco de canções fortes não passará despercebido e merece bem a atenção mesmo de quem não é particular fã de Ricky Martin, como eu, por exemplo.

Uma data de gente escreveu para este álbum mas apenas uma pessoa o produziu. Isso é óptimo, pois algo que acontece em virtualmente todos os álbuns Pop é que contractam carradas de productores para o disco e ele acaba por soar fragmentado pois cada um trabalhou as suas faixas como quis. Aqui isso não acontece e a prova disso é a maneira natural como o álbum corre, ele nunca desce abruptamente de qualidade e mantém-se como uma única peça de arte até ao fim, onde depois aparecem umas faixas bónus.

“Más”, “Lo Mejor De Mi Vida eres Tú” e Te Vas” são o melhor começo para o álbum e a poderosa balada “Tu Y Yo” é o melhor tema do disco. O violino no refrão é muito bom… E depois disto aparece uma música com um som bem exótico, “Cántame Tu Vida”, que também é um dos pontos fortes do álbum.

O disco vai equilibrando batidas Dance com baladas e assim é até ao fim do álbum, “Basta Ya”, uma performance vocal bem aceitável de Ricky Martin a fechar o álbum. Numa espécie de ‘encore’, aparecem no fim 3 faixas bónus, versões alternativas de outras canções do disco, diga-se. Uma é um dueto com Joss Stone, “The Best Thing About Me Is You”, outra, “Shine”, é a versão inglesa de “Te Vas” e a última é um Remix com o duo de Reggaeton Wisin & Wandel de “Frío”.

Se vos parecer um disco banal, oiçam e verifiquem. É algo que definitivamente sobressairá entre os álbuns de Pop deste ano e que realmente consagra Ricky Martin como um artista em condições. É o seu regresso em peso, “Musica + Alma + Sexo” é um álbum que não poderá escapar aos fãs de Dance, e claro, aos seus já muitos aficionados.

  1. “Más”
  2. “Frío”
  3. “Te Vas”
  4. “Tú Y Yo”
  5. “Cántame Tu Vida”
  6. “Te Busco Y Te Alcanzo”
  7. “Será Será”
  8. “No Te Miento”
  9. “Basta Ya”
  10. “The Best Thing About Me Is You”
  11. “Shine”
  12. “Frío (Remix Radio Edit)”

Download

image

Posted in Reviews Música | Com as etiquetas : , , , , , | Leave a Comment »

“The Beginning”, The Black Eyed Peas [2010]

Posted by César Costa em 02/01/2011

http://thearistobrat.files.wordpress.com/2010/11/black-eyed-peas-the-beginning-cover.jpg

Data de lançamento: 26 de Novembro de 2010

Género: Electro Hop, House, Techno

Duração: 54 min.

Gravadora: Interscope

Productores: will.i.am, DJ Ammo, Free School, David Guetta, Giorgio Tuinfort, Rodney "Darkchild" Jerkins, DJ Frank E

Os BEP dominaram as pistas de dança (e os tops, diga-se) em 2010 e vai daí que lançam um último álbum mesmo no fim do ano. E não bastava terem lançado um álbum medíocre como The E.N.D. como tiveram de lançar um ‘chapter two’ desse mesmo álbum que se calhar é ainda pior. Não me interpretem mal, os BEP possuem temas perfeitos para as pistas de dança, e os singles que lançaram em 2010 foram inteligentemente seleccionados, tanto que “I Gotta Feeling foi, justamente, considerada a música do ano de 2009. E em 2010 este tema continuou a fazer dançar muita gente…

Mas com singles tão poderosos, como podem ter os BEP produzido um mau álbum? Fácil. Nenhuma das músicas em “The Beginning” chega ao patamar de qualidade de, precisamente, “I Gotta Feeling”. E isso é dizer o mínimo.

O começo do álbum promete. “The Time (Dirty Bit)”, o primeiro single do álbum, começa com uma versão moderna de "(I’ve Had) The Time of My Life", do filme Dirty Dancing, e pensa-se: isto vai ser um grande álbum.. Errado. A música rapidamente se transforma numa estúpida batida Techno. De seguida, “Light Up The night” faz apenas um pouco melhor, introduzindo apenas alguma melodia num começo bem insípido. “Love You Long Time” faz a festa voltar à repetição non-sense: nada de melodia, nem sequer batida (algo onde os BEP até costumam exagerar…), simplesmente uma espécie de balada mid-tempo irritante. E quando chega “XOXOXO” o nível do ridículo atinge níveis épicos. A letra é… má, e a música em si também não é lá grande coisa. Fica no ouvido, o que até já é alguma coisa.

Mas descansem, fãs de Black Eyed Peas. “Someday” começa a tocar e logo nos apercebemos que algo de muito bom vem aí. O cheiro a “I Gotta Feeling” é mais que evidente, mas é a mistura da batida com o delicioso riff de guitarra ecoante que faz a música ser tão boa. É um verdadeiro hino às pistas de dança e se for lançado como single será certamente um sucesso. O álbum atinge o seu melhor momento e é aqui que as coisas ficam interessantes. “Whenever” é simpática, polida, e é uma música em condições, contrastando com o Techno tresloucado do início de “The Beginning” (redundante, eu sei…), “Fashion Beats” leva-nos de volta aos anos 80, o auge da música de dança, usando um sample irresistível, e “Don’t Stop The Party” é uma versão finalmente boa do tipo de música que ouvimos nas primeiras faixas do disco.

Infelizmente, e esta é a razão por que este álbum é tão mau, “The Beginning” volta à ridícula sonoridade Electro Hop. “Do It Like This” é vergonhosamente má, “The Best One Yet (The Boy) é apenas aceitável, e “Just Can’t Get Enough” baseia-se numa performance vocal elegante de Fergie mas é estragada pelo rap fatela do resto da banda.

Quase com o intuito de trazer alguma dignidade a “The Beginning”, o disco acaba com “Play It Loud” que é surpreendentemente boa… Na mesma fórmula de “Someday”, o tema usa um riff de guitarra adequado por detrás da batida, uma melodia bastante boa, e no geral é a música perfeita para terminar o álbum de uma maneira comemorativa. Ainda assim, as 3-4 faixas interessantes do álbum que tocarão na cabeça durante um bom tempo não apagam os momentos constrangedores de “The Beginning” e o resultado final acaba por ser um disco que não oferece uma experiência musical digna de ser ouvida na sua totalidade. Para a próxima esperemos que saia melhor…

01. The Time (Dirty Bit)
02. Light Up The Night
03. Love You Long Time
04. XOXOXO
05. Someday
06. Whenever
07. Fashion Beats
08. Don’t Stop The Party
09. Do It Like This
10. The Best One Yet (The Boy)
11. Just Can’t Get Enough
12. Play It Loud

Download (Super Deluxe Edition) – password: ne-miguelito.com

2

Para ler esta review no site yMusic cliquem -> http://www.ymusic.comyr.com/?p=361

Posted in Reviews Música | Com as etiquetas : , , , , , , , , | Leave a Comment »

“The Fame Monster”, Lady Gaga [2009]

Posted by César Costa em 28/03/2010

http://somosoqueouvimos.files.wordpress.com/2010/09/lady-gaga-the-fame-monster.jpgData de lançamento: 18 de Novembro de 2009

Género: Dance, Electropop

Duração: 34 min.

Gravadora: Interscope

Produtores: Darkchild, Fernando Garibay, RedOne, Ron Fair, Space Cowboy, Teddy Riley

Reconheço não ser o maior fã de Gaga, mas por qualquer razão atirei-me de cabeça a este álbum. E devo dizer que recebi uma bela surpresa. A verdade é que este “The Fame Monster” consegue ser um álbum pop sem vergonha, e ter por detrás um conceito bem definido.

A originalidade de Gaga é bem notável, e apesar de o tema do álbum ser quase sempre o mesmo, o lado negativo da fama, a monotonia é algo que neste disco não tem lugar. Desde “Bad Romance” até ao fecho com “Teeth”, o disco usufrui de uma regularidade invejável por estes dias.

Os pontos altos do trabalho são na minha opinião, e sem qualquer dúvida, “Speechless” e “Telephone”, duas das melhores músicas já gravadas por LG. O resto também anda lá perto, e apenas “Alejandro” consegue destacar-se pela negativa. Tenta ser uma “La Isla Bonita” de 2009, mas acaba por ser quase uma paródia a “Fernando” dos ABBA, o que não é propriamente bom… E o que interessa é que tirando este percalço o álbum respira qualidade. Não há nada aqui de perfeito, nem de extraordinário, nem muito menos inovador, mas o som do álbum não poderia ser mais fresco, e é num todo um bom álbum. A curta duração do mesmo é invulgar hoje em dia, mas aqui é um factor favorável a “The Fame Monster”.

A excentricidade de Gaga está espalhada por todo o álbum, e ainda mais pelos vídeos que o suportam. Quer seja nas letras ou na moda, Gaga é no mínimo diferente, e hoje em dia ser diferente é muito bom.

Recapitulando, os pontos fortes são “Speechless” e “Telephone”, e ainda não compreendo como “Speechless” possa ter sido apontada como o ponto fraco do álbum por muitos críticos… É na minha opinião um dos seus trunfos. Soa fora de época, certo, mas não deixa de ter qualidade. Aliás, o disco chega em alturas a parecer um apanhado de tudo o que se fez na última década, mas Gaga acrescenta o seu toque esquisito. Há claro outros motivos de interesse, como “So Happy I Could Die”, que tem um som delicioso, ainda que familiar, ou até “Dance In The Dark”, mas estar a destacar muitas faixas num álbum pequeno não faz muito sentido. É um todo que funciona assim, mesmo tendo as suas 2 faixas de destaque já mencionadas.

Aconselho a qualquer fã de música Dance ou Electropop que queira uma meia horinha bem passada.

1. Bad Romance 4:55
2. Alejandro 4:34
3. “Monster” 4:09
4. Speechless 4:30
5. “Dance in the Dark” 4:48
6. Telephone” (featuring Beyoncé) 3:40
7. “So Happy I Could Die” 3:55
8. “Teeth” 3:40

Download

Posted in Reviews Música | Com as etiquetas : , , , , , , , | 1 Comment »