The Warm Coffee

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“Kaputt”, Destroyer [2011]

Posted by César Costa em 04/01/2012

Data de lançamento: 25 de Janeiro de 2011

Género: Soft Rock, Ambient Disco

Duração: 50 min.

Editora: Merge

Produção: Destroyer

 

Um dos álbuns que deixei para trás em 2011. Saiu no início do ano e só agora lhe dei uma oportunidade. Não merece todo o hype que tem recebido mas é certamente um álbum de qualidade.

O seu toque chill-out e acalmia geral são encantadores e algumas das composições são feitos por direito próprio. “Savage Night At The Opera” é tão hipnotizante e relaxante que é um convite à introspecção e o mesmo se pode dizer de “Suicide Demo for Kara Walker”; a voz de Dan Bejar ajuda à descontração já que passa o disco inteiro a sussurrar-nos ao ouvido com aquele toque tipo David Bowie ou Bryan Ferry… “Kaputt” tem momentos de genialidade e outros um pouco mais mortos, mas nunca chega a desiludir verdadeiramente. O final é bastante satisfatório já que é a concretização de tudo o que se faz no resto do álbum. Um começo bem ambient que desenvolve para uma espécie de Disco inspirado em bandas dos anos 80.

Não é nada de extraordinário mas é sem dúvida um álbum merecedor de atenção. Oiçam.

  1. "Chinatown" 
  2. "Blue Eyes" 
  3. "Savage Night at the Opera" 
  4. "Suicide Demo for Kara Walker
  5. "Poor in Love" 
  6. "Kaputt" 
  7. "Downtown" 
  8. "Song for America" 
  9. "Bay of Pigs (Detail)" 

Download (torrent)

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“Destroyed”, Moby [2011]

Posted by César Costa em 07/06/2011

imageData de lançamento: 13 de Maio de 2011

Género: Electronica

Duração: 72 min.

Editora: Mute

Produção: Moby

Aquilo que fez de Moby o grande artista que hoje é está aqui. “Destroyed” volta a trazer a envolvente música Eletronica que sempre o caracterizou. Como Moby revelou, este é o tipo de música para as madrugadas silenciosas, onde uma certa melancolia e solidão se instala dando lugar a um ambiente introspectivo, algo que favorece muito este registo musical.

Mas nada disto seria possível se não fosse a qualidade das músicas. Moby volta a recrutar vozes femininas poderosas, “The Right Thing” e “Lie Down In Darkness” são grande exemplos disso mesmo, e de faixas típicas do música, já agora. Temos aqui tanto faixas mais ‘ambient como “The Broken Places” como também temos temas mais mexidos e até Pop, “Be The One”, “The Day” e “After”.

Se precisávamos de um lembrete daquilo que foi Moby no final dos anos 90 aqui está ele. “Lacrimae”, “Stella Maris” e “The Violent Bear It Away”, por exemplo, lembram muito as era “Play” e “18”e curiosamente coincidem com algumas das melhores composições presentes no álbum. O ‘momentum’ não vai abaixo mesmo com o número algo elevado de faixas e a regularidade também é aqui conservada. No geral é uma bela experiência para fãs de música e especialmente para aficionados do artista. Aqui está o regresso que muitos ansiavam…

  1. "The Broken Places"
  2. "Be The One"
  3. "Sevastopol"
  4. "The Low Hum"
  5. "Rockets"
  6. "The Day"
  7. "Lie Down in Darkness"
  8. "Victoria Lucas"
  9. "After"
  10. "Blue Moon"
  11. "The Right Thing"
  12. "Stella Maris"
  13. "The Violent Bear It Away"
  14. "Lacrimae"
  15. "When You Are Old"

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“Wars Of The Roses”, Ulver [2011]

Posted by César Costa em 28/04/2011

imageData de lançamento: 25 de Abril de 2011

Género: Art Rock, Ambient, Electronic

Duração: 45 min.

Editora: Kscope

Produção: Ulver, John Fryer

O disco começa com uma violenta música recheada de elementos electrónicos e, pensamos nós, estamos perante uma aventura mais ou menos psicadélica. Os noruegueses enganam-nos logo aqui. O que se segue são faixas Ambient bem negras e pesadas que apesar de soarem muito bem nunca chegam a ser aquilo que o promissor início nos poderia levar a pensar que eram. O trabalho dos violinos em “Norwegian Gothic” é notável, e a veia Art Rock de “Providence” mostra ‘twists’ suficientes para manter as coisas interessantes mas por muito melancólicos que estejamos não será um álbum que marque. “England” e “Island” matam o ‘momentum’ do álbum, embora esta última nos acorde no final com uma secção fantástica de sons rasgantes.

Mas o que realmente nos mantém presos ao álbum é o arrojo da banda… gritante na última faixa. Quase 15 minutos de música ambiente de topo. A voz do vocalista ao longo da faixa pode estragar as coisas para alguns, mas não deixa de até soar bem após habituação. O som de fundo é simplesmente fenomenal, lindíssimo; somos levados para outra dimensão, quase, hipnotizados pela acalmia geral da suave parede de som criada pela banda. Ocasionalmente, e de acordo com o que está a ser dito (com tom de voz distinto, diga-se, estilo Zen), lá ouvimos outros sons que evitam que “Stone Angels” seja um quarto de hora monótono. Longe disso: é uma viagem e pêras.

Mesmo com o abrandamento ali pelo meio “Wars Of The Roses” é um álbum bastante satisfatório. Podia ser bem melhor mas o balanço é muito positivo. Mesmo com todos os reparos que fiz não deixa de ser recomendável

  1. "February MMX"
  2. "Norwegian Gothic"
  3. "Providence"
  4. "September IV"
  5. "England"
  6. "Island"
  7. "Stone Angels"

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